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Pesquisa aborda mobilidade urbana e envelhecimento

Trabalho foi apresentado durante o I Congresso Nacional de Envelhecimento Humano, realizado em Natal – RN.
  • Assessoria de Comunicação, com informações do campus
  • publicado 28/11/2016 09h39
  • última modificação 28/11/2016 09h47
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Trabalho foi apresentado no GT “Acessibilidade e mobilidade urbana para a pessoa idosa”

As estudantes Fernanda Evangelista e Rossana Gomes, do curso de Licenciatura em Artes Visuais (Campus São Luís – Centro Histórico) apresentaram o trabalho Transportes e espaços públicos amigáveis ao idoso em São Luís (MA): breves considerações à luz do envelhecimento ativo durante o I Congresso Nacional de Envelhecimento Humano – CNEH, realizado entre os dias 23 a 25 de novembro, no Centro de Convenções de Natal (RN). O evento, promovido pelo CEMEP, é uma parceria institucional entre a Universidade Estadual da Paraíba – UEPB e a Universidade Federal do Rio Grande no Norte – UFRN, por meio de professores que desenvolvem estudos relacionados à temática central do evento (Envelhecer: construindo diálogos interdisciplinares).

O objetivo do CNEH foi oportunizar a estudantes, profissionais e pesquisadores um novo espaço para a valorização das discussões sobre longevidade na atualidade. Promover o intercâmbio institucional. Proporcionar a estudantes, profissionais, professores e pesquisadores o acesso a novas informações para a divulgação das produções da área visando à atualização e produção do conhecimento.

 

A pesquisa

O trabalho é um recorte da pesquisa São Luís (MA), cidade amiga do idoso?: limites e possibilidades para um envelhecimento ativo, orientado pela professora. Terezinha Campos, com a colaboração do professor Marcos Porto e da professora Lúcia Nascimento. A viagem das alunas contou com o apoio do Campus Centro Histórico.

A pesquisa investigou em que medida São Luís (MA) possui características de uma cidade amiga das pessoas idosas na percepção de seus residentes maiores de sessenta anos, a partir do levantamento e análise de fatores determinantes para um envelhecimento ativo. A investigação se colocou no âmbito dos fundamentos do programa Cidade Amiga do Idoso, da Organização Mundial da Saúde (OMS). Foram analisadas duas das características propostas pela OMS para a descrição, no espaço urbano, das vantagens e barreiras que a pessoa idosa encontra na cidade, quais sejam: Espaços exteriores e edifícios; e, Transportes. Participaram do estudo 76 (setenta e seis) idosas de 10 (dez) Grupos de Convivência localizados em 10 (dez) bairros da capital maranhense, que avaliaram e expressam sua situação quanto a estas categorias.

Os resultados apontaram que transportes e prédios públicos e espaços abertos apresentaram baixos níveis de satisfação entre os respondentes, com impactos para a sua qualidade de vida. Os pontos negativos na primeira categoria incidiram sobre a inexistência de um serviço de transporte comunitário, a falta de segurança e superlotação no transporte público, dentre outros. Na segunda categoria, os aspectos de maior insatisfação foram a manutenção e tipo das calçadas, limpeza da cidade em geral e dos prédios públicos, dentre outros fatores. O estudo foi desenvolvido no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica – PIBIC do IFMA, com apoio Fapema – Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão.

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